domingo, 29 de agosto de 2010

Garrafas Pet's... Muitas soluções para elas!!!! Vejam Abaixo!!!!

Espero Que vocês Gostem, confiram!

Gostaram? Dêem SUAS OPINIÕES!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

As Mudanças Climáticas e um novo Cenário para as Crianças

Por: Efrain Neto


A busca exacerbada por um desenvolvimento cego sempre provoca consequência irreversíveis à natureza de uma criança; por consequência, ao ecossistema e, também, a uma cultura.



Em tempos de crise social, ambiental e tecnológica, é sempre vigente a necessidade de se reafirmar a tão inquieta busca por um desenvolvimento que venha satisfazer as nossas necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas necessidades, como proclamou o documento intitulado Nosso Futuro Comum. Como podemos construir uma sociedade melhor se não cuidamos das bases sociais desta construção? Quais as possíveis conseqüências das mudanças climáticas, dos bolsões de calor e do aumento de temperatura na fase da vida em que se está mais vulnerável, a infância?



Está mais do que comprovado o quanto o atual modelo de crescimento econômico gerou enormes fissuras sociais e ambientais; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a desigualdade aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável, buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, o fim da pobreza no mundo.



É neste cenário sombrio que a juventude e as crianças aparecem como grandes instrumentos para a mudança. Não que estejamos colocando sob eles a grande responsabilidade sobre os acontecimentos globais, mas pelo simples ato de reconhecer o quão importante é a instituição de uma nova consciência. Essa construção será guiada pelos mais jovens. Para tanto, ainda precisamos aprender muito sobre as mudanças climáticas e sobre as suas conseqüências.



Necessidades Básicas



A grande conseqüência, não só da falta de informação, mas também de uma incompetência exagerada sobre os fatos referentes ao desenvolvimento social e econômico, são 10 milhões de mortes infantis, menores de 5 anos, por ano. A busca exacerbada por um desenvolvimento cego sempre provoca conseqüência irreversíveis à natureza de uma criança; por conseqüência, ao ecossistema e, também, a uma cultura.



Em 2000, a Organização Mundial da Saúde (OMS), apontou que as mudanças climáticas foram responsáveis por 2,4% dos casos de diarréia, e por 6% de paludismo (malária). A malária é uma das doenças mais freqüente nas crianças africanas. Ainda podemos aqui apontar duas outras temáticas que abocanham a saúde de nossas crianças: a poluição do ar e da terra, em especial, problemas relacionados à chuva, seja por sua abundância ou por sua falta.



Uma perspectiva assinalada pela Unicef aponta que, caso ações não sejam tomadas, em 2020 poderemos ter cerca de 75 milhões de pessoas, na África, sem acesso à água. A baixa capacidade de adaptação pode vir a fazer com que famílias sejam expulsas de suas casas, criando um entorno propício para delinqüência e para o tráfico de pessoas. Uma família faminta não educa as crianças. Será até natural a venda de crianças, o seu tráfico e a sua exploração, como já ocorre no Camboja.



Responsabilidades



As mudanças climáticas deixaram de ser uma questão somente ambiental. Passo a ser um problema que requer a composição de uma experiência coletiva em questões como o desenvolvimento sustentável, desenvolvimento socioeconômico, segurança energética e bem-estar, em especial da infância.



Carecemos de um cenário que aponte para as necessidades políticas das crianças. É nossa responsabilidade, projetar e constituir programas eficazes de conscientização nas escolas, bairros e comunidades. Constituir ações que fomentem a manutenção de uma cultura da preservação e aumente a autonomia das crianças.



Um clima frágil, pouca comida e a falta de água potável impulsionam a ocupação inadequada do solo. As crianças mais pobres são as mais vulneráveis. Também são as primeiras a sentir o aumenta da má alimentação e, conseqüentemente, as suas desordens, o que prejudica no seu crescimento e desenvolvimento, inviabilizando a sua saúde. Segundo a OMS, 4,5 mil crianças morrem por dia devido a alguma doença de via hídrica.



A crescente contaminação, a exploração excessiva das fontes hídricas e a degradação nas zonas de captação de água, agravam a situação. Espera-se que o falecimento por asma, a enfermidade mais comum entre as crianças, aumente em 20% até 2016. Para conhecer o “risco-criança”, veja essa reportagem do site da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI).



Conseqüências



De certa maneira mil e uma conseqüências ser relacionam à falta de segurança ambiental e às crianças. Destacam-se: a suscetibilidade a efeitos físicos (fome, doenças, enchentes, focos de calor). A vulnerabilidade: sensibilidade de alguns países, na parte física, econômica, social e do



sistema político. Além da questão da agricultura e do trabalho escravo e infantil.



É interessante sinalizar que 96% das doenças relacionadas às mudanças climáticas, estão em países em desenvolvimento. Articular ações para combater as conseqüências ambientais às crianças exige perspectivas que abracem o combate ao aumento do número de mortes por doenças infectocontagiosas; estimular a construção de sistema que vise a segurança em caso de injurias devido ao aquecimento global, enchentes, queimadas e fortes secas.



Ainda é importante sinalizar que as crianças podem pagar um preço alto ao conviver com o aumento de diarréias, aumento e proliferação da dengue e de doenças de via hídrica. As conseqüências ambientais apontam principalmente para os atentados à saúde, infelizmente.



19% - Infecções respiratórias



Até 5 anos: 17% - Diarréia



8% - Malária



Cerca de 5 mil crianças morrem por dia devido a falta de saneamento e à poluição das águas. De 300 milhões acometidas com a malária, 1 milhão morrem. E aproximadamente 50 mil morrem todos os anos devido à dengue. Poderemos ter até 2080 uma população de 3,5 bilhões em áreas de risco.

Atualmente 1,1 bilhão possui acesso inadequado à água e 2,6 bilhões sem saneamento básico.


Esperança



Para a mudança deste cenário assombroso é necessário que façamos um investimento pesado em educação e formação de pessoas. Conhecer e difundir os direitos das crianças. Conheça aqui os Direitos das Crianças em relação às Mudanças Climáticas.

A disponibilidade de séricos modernos de energia melhora o acesso das crianças à educação e contribui para a permanência nas escolas. É vital que se promova a capacidade destes jovens para vivam em harmonia com a natureza nos lugares onde a sua conservação e preservação seja fundamental.

É mais do que fundamental que as crianças se sintam incluídas no processo de construção de um mundo melhor. Na plantação e colheita de sua árvore dos sonhos. E não basta que a criança aprenda a importância de preservar o meio ambiente. É necessário que ela tome como exemplo as atitudes dos adultos de seu convívio. Não precisamos esperar pelo pior para que as crianças aprendam na vivência o que há de mais importante neste mundo. A esperança continua sendo a última que morre.

Efrain Neto é Jornalista, membro do conselho consultivo da Campanha Global de Ações pelo Clima-Brasil / TicTacTicTac (GCCA). É um dos atuais moderadores da Rede Brasileira de Jornalismo Ambientais (RBJA). Possui experiência na cobertura de eventos internacionais (World Youth Congress, Fórum Social Mundial) e na assessoria de organizações com a 350.org. É idealizador do Plano de Capacitação de Jovens Jornalistas Ambientais, realizando em parceria com a Fundação AVINA e Rebia. Desde 2005 tem atuado em redes de comunicação e questões ambientais na América Latina e no Mundo.
E seus artigos podem ser visto na plataforma Mercado Ético que segue o site abaixo:



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Programação da I JOCAP - GVAA (I Jornada de Capacitação - GVAA)



Segue a programação do evento da I JOCAP - GVAA (I Jornada de Capacitação - GVAA), que se realizara na cidade de Mossoró doas dias 31 de Agosto ao dia 04 de setembro.



Minicursos, palestras e oficinas que serão realizadas durante a I JOCAP - GVAA (I Jornada de Capacitação - GVAA) em Mossoró nos dias 31 de Agosto ao dia 04 de setembro.

Fonte: Grupo GVAA

domingo, 22 de agosto de 2010

I JOCAP - GVAA (I Jornada de Capacitação - GVAA)


Ocontece nos dias 31 de agosto a 04 de setembro de 2010.
Terá vários mini cursos...com teoria e prática!!!
Período de inscrição: 24 a 30 de agosto de 2010

Local: Cantina Central da UFERSA.

Investimento: R$ 20,00 (vinte reais).
Não perca tempo, vagas limitadíssimas...
Como fazer a inscrição???
1) Depósito da taxa de inscrição na conta a seguir:

CLIENTE: LEOMAR FERNANDES SOARES
AGÊNCIA: 1013
OPERAÇÃO: 013
CONTA: 1.594-1

2) Xerox do comprovante de depósito.
3) Efetuar a inscrição no local marcado. Traga a xerox do comprovante de depósito.


Qualquer dúvida, basta enviar sua pergunta....que iremos responder prontamente.

Att.
GVAA - Grupo Verde de Agriculta Alternativa




sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Ações de convivência com o semiárido viram tema de vídeo produzido pela Diaconia

A equipe de técnicos da Diaconia e os integrantes da Caracol de Arte e Comunicação, durante toda a semana, vem visitando alguns municípios do Médio Oeste do Rio Grande do Norte. A atividade tem como finalidade produzir um vídeo com depoimentos de agricultores, representantes da sociedade civil organizada e do poder público sobre o projeto Segurança Alimentar, renda e inclusão social de famílias agricultoras pobres de uma micro-região no semiárido brasileiro, apoiado pela Comunidade Européia.
Nos depoimentos, questões importantes vem sendo pontuadas, como a construção das cisternas garantindo o aumento da segurança hídrica para o consumo familiar e a implantação de quintais produtivos como forma de viabilizar a segurança alimentar, nutricional e geração de renda dos beneficiados e beneficiadas. A relevância da organização da sociedade civil por meio dos fóruns e sindicatos, a inserção da juventude rural nesse processo de convivência com o semiárido e o debate sobre a questão de gênero também vem sendo registrado por meio das falas dos atores envolvidos.
A equipe de filmagem visitará até sábado (21.08) as cidades de Caraúbas, Lucrécia, Umarizal, Rafael Godeiro, Olho d'água dos Borges, Dr. Severiano, Serrinha dos Pintos, São Miguel e José da Penha, municípios onde o projeto da Comunidade Européia vem sendo realizado desde 2008. O vídeo, que está em fase de captação de imagens, será lançado em outubro junto com a cartilha trilíngue, uma publicação que sistematiza as ações do projeto, seus avanços, desafios e impactos na região.

Fonte: Diaconia
http://diaconia.org.br/

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Segunda Conferência Internacional - Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento - em Regiões Semiáridas - ICID 2010

Verlândia Medeiros (Engenheira Florestal)

Verlândia Medeiros (Engenheira Florestal), e Duas pesquisadoras, UMA Universidade de Nova Delhi nd Índia eA outra da Universidade de Botsuana nd África.




acontecendo This ESTA Semana in Fortaleza um ICID 2010 Que reúne formuladores de Políticas Públicas, Cientistas e Sociedade da MEMBROS parágrafo civil PROMOVER o Desenvolvimento Sustentável e Seguro NAS regioes semi-áridas do Mundo.
Presentes estao sem Evento Organizações da Sociedade Civil de Mundo INTEIRO, also Como Representantes de paises Diversos, DISCUTINDO como Estratégias de Ação AO Combate um desertificação e Mudanças Climáticas dos Próximos 90 Anos.
Apenas UMA Experiência desenvolvida sem Rio Grande do Norte ESTA Sendo apresentada nd Conferência. A MESMA representada Por Verlândia Morais, Eng ª Florestal formada nd Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), in Mestre Eng. ª Florestal com Ênfase in Manejo Ambiental nd Universidade Federal de Lavras (UFLA), doutoranda in Fitotecnia nd Universidade Federal Rural do Semi-Árido ( UFERSA), atualmente trabalhando nd Diaconia não Território do Médio Oeste Potiguar (RN), uma Experiência apresentada Por ELA FOI o Resultado de hum Trabalho desenvolvido NA COMUNIDADE Abderramant de Caraúbas los, e Irá Fazer Parte da "Carta de Fortaleza" Documento Que servira Como da base RIO 2012.



Blog - O Que especificamente trata, O Trabalho Que VOCÊ parágrafo enviou uma Conferencia Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento in regioes Semiáridas ICID - 18?



Verlândia - O Trabalho e Um resumo da Experiência do Projeto ICCOMULTI NA COMUNIDADE in Abderramant de Caraúbas (RN), Que SE DEU atraves da Parceria Diaconia, ASPTA, Caatinga e Sabiá, ALGUMAS trabalhando especificamente in comunidades Rurais uma Questão do Levantamento de Informações Sobre a Situação hídrica e de Saneamento Das Comunidades envolvidas, enfocando Estratégias de Convivência com o Semi-Árido eA NAS INSTITUIÇÕES Articulação das Redes de Discussão de Políticas Públicas (ASA).



Blog - Considerando O Público Que estara PRESENTE nenhum Evento, qua uma importãncia Trabalho in this apresentar?



Verlândia - Levando-se in Consideração o Fato do Evento Seminário hum serviços internacional, extremamente Acho Relevante, o Fato de Diaconia Estar divulgando SUAS Ações e Estratégias de Atuação, principalmente Levando-se in Consideração o histórico da Instituição de Propostas Inovadoras de convivência com o Semi-Árido EA Própria institucional Estratégia de Ampliação de Parcerias RELAÇÕES e inclusiva other in paises da América Latina.



Blog - O Trabalho Será, será Apresentado há Painel intitulado "Uso Racional da Água e reuso de Águas regioes servidas in semiáridas. Que OUTRAS Organizações Presentes estarão nd Realização deste Painel?



Verlândia - Estarão Presentes como Organizações seguintes:



• Banco Mundial



• Agência Nacional de Águas (ANA)



• Universidade de São Paulo (USP)



• Universidade Autônoma Nacional do México (UNAM)



• Universidade Politécnica da Catalunha - Espanha (UPC)



• Centro de Água n. Zonas Áridas e Semiáridas da América Latina e Caribe (CASALAC)



Blog - Estudos Diversos comprovam uma possibilidade de convivência com o Semi-Árido Por Meio de EXPERIÊNCIAS e Tecnologias adequadas. Em SUA Opinião, O Que Falta Para quê ESTAS Políticas Públicas se tornem?



Verlândia - DISCUSSÕES Que Consideração in levem em Tecnologias Indicato parágrafo CADA Região semiárida, also Como o comprometimento do Poder Público com essas Iniciativas, ESSA DISCUSSÃO ESTA semper Partindo da Sociedade civil, serviços also Mas Precisa apropriada Poder Público Pelo, Como forma de garantir uma Presença Dessas Tecnologias Território CADA in do Nordeste.





Texto: Verlândia de Medeiros Morais

Engenheira Florestal
M.S.c. in Manejo Ambiental
Tels. 84 - 33972665 96190796/84-







Curso de Condutores Ecológicos de Trilhas Terrestres e Subaquáticas para moradores dos municípios de Parnamirim e Nísia Floresta.


A ONG Oceânica estabele oferecendo gratuitamente o Curso de Condutores de Trilhas Ecológicos Terrestres e Subaquáticas parágrafo moradores dos municípios de Parnamirim e Nísia Floresta.
O Curso e direcionado parágrafo PESSOAS Que in Interesse não tenham ingressar Mercado de Trabalho relacionado AO Turismo e Meio Ambiente.
Participar do Curso do Pará, e Necessário ter o ensino fundamental completo e No Mínimo 16 Anos, alem de serviços morador dos municípios de Parnamirim e Nísia Floresta.
Dias n º s 23 e 24 de agosto haverá candidatos com Seleção interessados nenhum Curso. Como Entrevistas acontecerão nd Sede do Projeto Ponta de Pirangi, localizado nd Sede da APURN, nsa períodos da Manhã e da Tarde.
O Curso tera Início in Setembro, com Duração de Dois Meses. Como não ocorrerão Aulas Período da Noite. Como Demais Informações repassadas Serao Durante COM OS Seleção Futuros Alunos.
Jaimile Cunha.



Ana da Cunha Jaimile

ONG Oceânica - Pesquisa, Educação e Conservação

PPGTUR - UFRN

84-9643-6343
84-8805-0607
Skype: jaijay.cunha
















quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Segurança alimentar e hídrica são tema de intercâmbio no sertão pernanbucano


Conhecer, EXPERIÊNCIAS trocar de Ações Sobre a convivência com o Semi-Árido e multiplica-las comunidades nas. FORAM OS OBJETIVOS "esses" dos Agricultores e agricultoras 21 Que estiveram in Umarizal, Sertão do Rio Grande do Norte, nsa Dias 11 e 12 de agosto. Visitantes COM O Intercâmbio pernambucanos, beneficiados com o Programa UMa Terra e Duas Águas (P1 +2), FOI promovido Pela Cáritas Diocesana de Pesqueira. Os Participantes vieram de 11 Diferentes Cidades do Agreste e Sertão de Pernambuco e Que TEM UMA Realidade Bastante Diferente da encontrada. "Sempre tiva Curiosidade Como saber como in PESSOAS do Sertão lidam com o Manejo da Água. Não Agreste, temos UMA área arborizada E mais uma here sequidão e Maior ", pontuou Isabel Rodrigues, mobilizadora da Cáritas Diocesana.

O primeiro dia de Intercâmbio FOI marcado Pela IDA AO Sítio Caiçara, Distante 6 km de Umarizal, o Grupo Onde conheceu uma Experiência de Seu Francisco Geraldo, Mais conhecido Como Neto da Caiçara. DESDE 1999, o Agricultor cuida do Seu Plantio de forma Agroecológica, garantindo ASSIM UMA Produção rica, diversificada e com harmonia in o Meio Ambiente. Cheiro Verde, Alface, cebolinha, pimenta do Reino, Algodão, goiaba, abacaxi e morinha São ALGUMAS das Frutas e verduras cultivadas com o biofertilizante EO Composto in Espaço não SEU. E o "antes" Que terra seca era, ágora se estabele Transformando in agrofloresta UMA Saudável e livre de agrotóxicos.

A Barragem Subterrânea also FOI UMA das EXPERIÊNCIAS chamaram Atenção Que um dos Visitantes. A temperatura Construção FUNÇÃO Como garantir uma Segurança hídrica parágrafo à Produção e Consumo Humano da Família. Em Fala Sua, ressaltou Neto uma importãncia do Trabalho Família in Dar parágrafo Conta do Cultivo, Produção e venda, alem da Organização COM OS Demais Agricultores da Região parágrafo se fortalecerem e conseguir vender NAS SEUS Feiras Produtos.

No segundo dia de Atividade, Distante O GRUPO FOI A Cidade de Caraúbas, a 40 km de Umarizal, parágrafo Conhecer a História de Sucesso de Antônio Iranildo, Comunidade da Trabalhador rural de Cacimba do Meio. Perto de Sua Casa, ha uma das Construção de 14 barragens sucessivas UMA Que Serao implantadas Por Meio do Projeto de Desenvolvimento Solidário, Feito in Organizações Parceria com Barra Mansa, Entre ELAS um Diaconia, Poder Público o, o Governo Estadual e federal.

A barragem dez furacão se, um dia CADA, Muito Importante par uma comunidade, Pois é Dela Que um COMUNIDADE tira o Alimento, um par Consumo de Água e Irrigação um parágrafo. A Construção FOI in Feita 2008 e um Ano Nesse MESMO UMA Região TeVe Cheia Grande. A barragem FOI Capaz de garantir Irrigação parágrafo Toda uma Produção. «Além do beneficiamento da Água, uma barragem sucessiva UM OBJETIVO Atende Maior Que E a perenização do Rio Umari. "A imagem passavam Que [Pelos Meios de Comunicação] da seca do Sertão era apenas de boi morrendo Rachada e terra, MAS Pelo Que percebo e justamente o CONTRÁRIO. Estou vendo e Que Possível Conviver no Sertão [a Partir Dessas EXPERIÊNCIAS] ", revelou Jheyson Bradley, de 18 Anos, AO ver uma barragem sucessiva.

Durante uma Passagem Sua, o conheceu also Grupo A Experiência do quintal agroecológico Produtivo, FIM e Onde Fazer Possível UMA Plantação in hum Terreno Que era inutilizado pingos n. ESSE. OS explicou Iranildo parágrafo pernambucanos in Que 2005 recebeu uma Visita de hum dos Técnicos da Diaconia propondo uma Implantação de hum quintal Produtivo casa SUA eles. Elementos Gostou da Idéia e VEM DESDE entao somando esforços parágrafo Realizar ESSA SUA in Produção casa e nd also dos Vizinhos. "Meus Vizinhos Tento convencer um Produtivo Fazer hum quintal, Mas muitos nao aceitam. Tenho UMA Renda Que varia Entre R $ 400 e R $ 700, Mas Em Fevereiro Chegou Minha Renda de "R $ 850, comemora ele.

Os Visitantes parabenizaram Iranildo Por SUA Iniciativa. "Tem gente TEM UMA Que rica terra e nao administar SABE. E VOCÊ [Iranildo] SABE Muito Bem Administrar uma temperatura Que terra ", resumiu Rubiana de Melo. JA Edilene Barbosa preferiu Fazer o Agradecimento Seu e Avaliação das EXPERIÊNCIAS visitadas in forma de canção:



Pros Que falam da Mulher

Nao Merece Confiança

Porqué e Filho de UMA

E outra Trás nd Lembrança

A nau serviços Homem Que queira

SEJA trauma de infância



TEM Cê Que Crer para Ver

O Que E UMA Fartura

De uma fruteira animal

A Produção de verdura

Tem de Tudo nd Agricultura



Nenhum Sertão do Semi-Árido

A Crescer e Tendência

Eels exploram uma terra

MESMO chover pingos de

ASSIM E Encontra Água

Onde ver PoDE Ninguém



Tem Barragem Sucessiva

Feita com União

Suor Com Trabalho e com

Do Povo da Região

Tem abundancia com Água

Renovar para uma Esperança

De Quem mora no Sertão



Aos Diaconia da

O Nosso Agradecimento

Pará ajudar ESSE Povo

A desenvolver o talento

De Conviver no Sertão

Plantar Tudo Nesse Chão

ISSO E Que E DESENVOLVIMENTO



animadores EAo Obrigada DO PROGRAMA

Leonardo e Rivelino

Djan Edson, e Ana

Igor Bruno, e Jonildo

Verlândia, bacana e Que

Nao esquecendo Marcelle,

Djaneide e Adriana

Teté e Ana Paula 2

Que é Gente Que ama uma gente.



De Edilene Barbosa da Silva




Fonte:

Site: Diaconia

Disponível em




sexta-feira, 13 de agosto de 2010

ALÔ PROFESSORES: CONCURSO BIODIVERSIDADE NO BRASIL - INSCREVA SEUS ALUNOS


Concurso Biodiversidade no Brasil: inscrições abertas até 1º de setembro
Museu da Vida da Fiocruz e Museu de Ciências da PUC-RS promovem concurso infanto-juvenil de desenho e fotografia (divulgação), Concurso sobre biodiversidade 12/8/2010


Agência FAPESP – O Museu da Vida da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro, e o Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) promovem o concurso Biodiversidade, que avaliará trabalhos sobre o Brasil.


A competição, que aceitará trabalhos até o dia 1º de setembro, é divida em duas categorias: “Animais e plantas na ponta do lápis”, que selecionará desenhos de crianças de 7 a 12 anos; e “A biodiversidade por trás da câmera”, direcionada a jovens de 13 a 17 anos, que participarão com até três fotografias sobre o tema.


O primeiro lugar de cada uma das categorias ganhará uma viagem, com direito a um acompanhante adulto, para conhecer espaços de ciência no Brasil.


O vencedor poderá escolher uma opção entre as alternativas oferecidas: Rio de Janeiro, para conhecer as instalações do Museu da Vida e do Jardim Botânico; Porto Alegre, com direito a visita ao Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS e ao Planetário da UFRGS; Belém, para visitar o Museu Paraense Emilio Goeldi; ou São Paulo, com Estação Ciência e Instituto Butantan.
Mais informações: concursobiodiversidade@fiocruz.br ou http://www.museudavida.fiocruz.br/.
 
Fonte: http://sosriosdobrasil.blogspot.com/

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Iª GINCANA CULTURAL

Nessa ultima 6ª feira, aconteceu em Umarizal, mais precisamente na quadra da E E11 de Agosto, a Iª Gincana Cultural que teve como tema: brincando e aprendendo com a cultura potiguar. participaram da mesma, 9 escolas da circunscrição da 14ª DIRED ( Umarizal- a anfitriã, Patu, Olho D'agua do Borges, Rafael Godeiro, Martins, Antonio Martins, Messias Targino, Frutuoso Gomes, Lucrecia). Foi um dia de festa e de vivencia cultural, informativa e ecológica. dividida em 15 tarefas, a gincana mobilizou a comunidade escolar como um todo e fez com que a escola buscasse dentro de seu quadro o  que de melhor podia apresentar o que resultou num verdadeiro show.


Dentro das atividades apresentadas, o Meio Ambiente não foi esquecido e uma das tarefas era apresentar para os jurados um projeto viável e inovador para o desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente. Todos os projetos estão sendo analisados e vamos poder buscar juntos a essas escolas a estabilização dos mesmos ainda esse ano, o que para nós, é de grande importância. 

A gincana foi um ESCAMBO e todas as escolas e os visitantes, sairam encantados com tanto talento junto e que mais uma vez a escola pode fazer a diferença. sem contar que foi uma lição em relação ao uso de descartável, que foi taxa quase 0%. 

domingo, 8 de agosto de 2010

Mangue e sua Fauna



Por: Sérgio de Almeida Rodrigues

As florestas de mangue já atraíram a atenção dos antigos biólogos por serem florestas que crescem nas águas rasas do mar. Devido a várias propriedades de estrutura e funcionamento, este ecossistema ocupou as áreas costeiras protegidas dos oceanos e mares tropicais. Tipicamente, o manguezal se encontra na zona entre marés.
O Brasil tem uma das maiores extensões de manguezais do mundo: desde o Cabo Orange no Amapá até o município de Laguna em Santa Catarina. Hoje em dia o manguezal ocupa uma superfície total de mais de 10.000 km² , a grande maioria na Costa Norte. O Estado de São Paulo tem mais de 240 km² de manguezal. No passado, a extensão dos manguezais brasileiros era muito maior: muitos portos, indústrias, loteamentos e rodovias costeiras foram desenvolvidos em áreas de manguezal.
Ao contrário de outras florestas, os manguezais não são muito ricos em espécies, porém, destacam-se pela grande abundância das populações que neles vivem. Por isso podem ser considerados um dos mais produtivos ambientes naturais do Brasil.
Somente três árvores constituem as florestas de mangue: o mangue vermelho, o mangue seriba e o mangue branco. As árvores são acompanhadas por um pequeno número de outras plantas, tais como a samambaia do mangue, o hibisco e a gramínea Spartina. Ricas comunidades de algas crescem sobre as raízes aéreas das árvores, na faixa coberta pela maré. Pelo contrário, os troncos permanentementes expostos e as copas das árvores são pobres em plantas epífitas.
Quanto à fauna, destacam-se as várias espécies de caranguejos, formando enormes populações nos fundos lodosos. Nos troncos submersos, vários animais filtradores, tais como as ostras, alimentam-se de partículas suspensas na água. A maioria dos caranguejos são ativos na maré baixa, enquanto os moluscos alimentam-se durante a maré alta. Uma grande variedade de peixes penetra nos manguezais na maré alta. Muitos dos peixes que constituem o estoque pesqueiro das águas costeiras dependem das fontes alimentares do manguezal, pelo menos na fase jovem. Diversas espécies de aves comedoras de peixes e de invertebrados marinhos nidificam nas árvores do manguezal. Alimentam-se especialmente na maré baixa, quando os fundos lodosos estão expostos.
Os manguezais fornecem uma rica alimentação proteica para a população litorânea brasileira: a pesca artesanal de peixes, camarões, caranguejos e moluscos é, para os moradores do litoral, a principal fonte de subsistência.
O manguezal foi sempre considerado um ambiente pouco atrativo e menosprezado, embora sua importância econômica e social seja muito grande. No passado, estas manifestações de aversão eram justificadas, pois a presença do mangue estava intimamente associada à febre amarela e à malária. Embora estas enfermidades já tenham sido controladas, a atitude negativa em relação a este ecossistema perdura em expressões populares onde a palavra mangue, infelizmente, adquiriu o sentido de desordem, sujeira ou local suspeito.
A destruição gratuita, a poluição doméstica e química das águas, derramamentos de petróleo e aterros mal planejados, são os grandes inimigos do manguezal.